Nós, a mente — uma bagunça

a mente, às vezes, é um nó. um emaranhado de nós, na verdade. o embaraço mais embaraçado que um cesto de novelos pode ser. e a gente é coitadinho, sabe? a gente apanha, a gente bate; nesse troca-troca de agressividades, principalmente verbais, esquecemos essa fragilidade... essa facilidade de se desenrolar e se enroscar fio a fio. que inferno! parece que o barbante não é mais só um. essa bagunça, esse clichê de ajuda, não é suficiente. nada é suficiente. não seria mais fácil cortar logo os nós dessa corda? Mamonas Assassinas que me perdoem, mas não há sabão que resolva. precisamos é de um tear, e de uma boa tecelã, senão essa tapeçaria na nossa cabeça vira um desastre ainda maior. um novelo de gato. precisamos tecer melhor pra poder seguir em frente.

Um virginiano falando sobre literatura, séries, música e cultura LGBTQIA + Sendo resistência desde que me entendo por gente.

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